Fernanda, minha filha. Não me canso de ver e rever, na memória, aquele dia quem que aparecestes para mim. Estávamos sentados, tua mãe e eu, no chão. Tua mãe encostada no sofá. Conversávamos amenidades – sim, houve um tempo de … Continue reading
12/10/2011
by Luiz Afonso Alencastre Escosteguy
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